Mulheres desejam mais e melhores… produtos financeiros!
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O título do post remete a um duplo sentido e não é à toa! Saibam que categoria de consumo que mais frusta as mulheres ao redor do mundo é a de produtos financeiros, segundo pesquisa do BCG (The Boston Consulting Group). Esqueça o tempo em que apenas bolsas ou sapatos novos eram objeto de anseio no universo feminino!
A pesquisa mostra que 49% das mulheres entrevistadas estão especialmente decepcionadas com o segmento de investimentos, já que as empresas do setor precisam fazer um trabalho muito melhor para entender às necessidades do público feminino. Isso mesmo! Elas desejam quantidade E qualidade. A pesquisa ouviu 12 mil mulheres de 22 países e resultou na publicação do livro “Women Want More“, de Michael J. Silverstein e Kate Sayre, sócios do BCG.
Lugar de mulher é na chefia!
As mulheres chefes de família correspondiam ano passado a 34,9% do total de brasileiras ocupadas nas principais regiões metropolitanas do país, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Empresas e instituições financeiras devem ficar atentas a este nicho de mercado, pois independentemente da classe social a que pertença, o foco não não apenas o pagamento de contas ou economia doméstica. em contrapartida, a pesquisa conclui que as mulheres não querem apenas juntar dinheiro ou fazer experiências complicadas com instrumentos financeiros, mas simplesmente ter dinheiro para cuidar da família e delas mesmas, para melhorar a vida e garantir mais segurança no longo prazo.
Obviamente educação financeira é artigo de luxo não só para as brasileiras. uma das maiores queixas registradas na pesquisa foi a necessidade de assessoria financeira e serviços que reconheçam suas necessidades de simplicidade no curto prazo e de estabilidade no longo prazo. Elas querem ferramentas de controle das finanças domésticas (que tal o Minhas Economias, por exemplo?). Soma-se a isso o despreparo no atendimento, vocabulário técnico distante e burocracia.
A pesquisa mostrou também a insatisfação feminina com outros segmentos, como o automobilístico (48%), bancos (48%), seguros de vida (45%), médicos (42%) e seguro de carro (39%).
Não é de hoje que se fala na importância das mulheres no mercado consumidor e ainda temos números expressivos como estes no mercado mundial. Não é preciso ficção (como a usada no filme com Mel Gibson em Do que as mulheres gostam – 2000), basta bom ouvido e atenção.

Inspiração: MSN Dinheiro
- outubro 26, 2009
- artigo por Fabio Camatari
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