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“Girl Power” – Cursos outdoor elevam desempenho profissional! My Great Web page

executivaSempre gostei de esportes de aventura e durante o tempo que trabalhei com operações em uma multinacional, participei de vários treinamentos ditos “outdoor”. De atividades motivacionais até simulações de resgate em altura ou ambientes perigosos, alem do efeito prático desejado, constatei ganhos em desempenho pessoal e profissional tanto para mim quanto membros de minha equipe. Todavia, em quatro anos, não me lembro de ter colegas mulheres nestas atividades.

Por isso, a reportagem trazida pelo MSN Bolsa de Mulher, no canal Mulher Invest, me chamou a atenção.

Cintando o texto original, para algumas mulheres parece tortura se imaginar sem salto, brincos, colares, pulseiras, celulares. Segundo Marco Vidon, há 17 anos sócio da Experiencial Outdoor Training, é o início do processo de se despir das vaidades e começar a fazer diferente. “Essa é uma das idéias do treinamento, fazer coisas aparentemente diversas da nossa realidade com a equipe com a qual passamos tanto tempo juntos, para aprender a enxergarmos a nós mesmos novamente, sem os egos ou “saltos altos” tão costumeiros”, diz Vidon.

arvorismo

Ao ajudar os participantes a superarem seus medos, limites e barreiras pessoais, o processo consiste em aplicar atividades ao ar livre com cordas, tocos de madeira, calhas, bolinhas coloridas e até tirolesas e saltos de árvores com objetivos, tempo e regras claras. No final de cada etapa entra em cena uma figura importantíssima: o facilitador. Ele conduzirá o processamento da atividade e ajudará os participantes a tirarem a ‘areia’ que, por pressão, cobranças e problemas na comunicação, vai se instalando nos nossos olhos no dia a dia de trabalho. E que torna relações profissionais tensas, indelicadas e o pior: desmotivantes.

Superar limites é tônica. A potencialização da confiança mútua, reforçada pelos laços do trabalho em equipe durante as atividades ajuda a superar seus medos, limites e barreiras pessoais.

rapel

Os cursos oferecidos hoje em dia abordam vários tipos de atividades experienciais no mercado: desde modelos mais clássicos com dois dias de duração e saltos de árvores; circuitos de arvorismo em hotéis ou até mais ousados. É importante que se entenda a necessidade do cliente e formatar um programa adequado ao objetivo proposto, somado ao perfil dos participantes. “Não adianta pegar 30 executivos sedentários e levá-los para fazer aventuras. Por mais que o facilitador seja bom, os participantes ficam muito cansados e traumatizados com a metodologia”, explica o facilitador Marco Vidon.

O “trabalho” proposto estimula a visão global e coletiva, o compartilhamento de conhecimentos prévios, a dividisão de recursos, culminando no desenvovimento do trabalho em equipe de forma desafiante, divertida e muito agradável, exatamente como deve ser o ambiente de trabalho produtivo.

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Via MSN Bolsa de Mulher

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