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Lições de uma Seleção Brasileira… My Great Web page

Brasil 1 x 2 Holanda. 4 anos de expectativas dissolvidos em 90 minutos de descontrole gratuíto.
A eliminação da Seleção Brasileira nesta sexta-feira, 2 de julho de 2010, será assunto de mesas redondas, reportagens nada especiais, xororô no Twitter e muito mais. Dentre as várias discussões sobre renovação, substituições, caça a culpados e etc, uma boa lição sobre Liderança podemos tirar.

Existem características que são inerentes a determinados grupos, sejam elas positivas ou negativas. O selecionado brasileiro por exemplo, que sempre exibiu futebol alegre e artístico, passou a focar resultados na última década, tendência seguida em qualquer disputa, seja ela esportiva ou comercial. O líder é o principal responsável pela condução para os resultados.

Sou partidário da liderança pela inspiração. O que vimos com o time brasileiro na África mostra exatamente isso, às avessas.
Desde o início da Copa assistimos ao destempero emocional crescente por parte do técnico Dunga. Seja na atitude hostil com os jornalistas, seja com a agressividade com que se dirigia aos árbritos em campo ou mesmo as explosões de fúria em lances desfavoráveis. Sobrou tapa até para a proteção do banco de reservas.

Comparem as imagens de Dunga no banco e a atitude agressiva e incomum de jogadores como Robinho ou Kaká. Voltemos 4 anos, na eliminação do time comandado por Parreira diante da França, mostrando a apatia e conformismo, atitudes visíveis do banco de reservas.

Um grupo reflete muitos aspectos de seu líder. A forma como se portam os participantes de um time, seja ele esportivo ou não, é de inteira responsabilidade de seu comandante.

Pense nisso se você lidera alguém. Avalie como se comporta e o que seu grupo responde. Invariavelmente ele vai refletir aspectos de sua liderança, para o sucesso, ou não.

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