Nunca se vendeu, em suaves prestações, tantos carros, casas e materiais de construção quanto no ano passado no Brasil. Com certeza, um conjunto de fatores contribuiu para a expansão do crédito, entre eles podemos destacar a estabilidade econômica, o crescimento do número de pessoas empregadas, o aumento real da renda dos brasileiros e as facilidades de crédito. Porém, nem tudo serve de motivo para comemoração. Na euforia de consumir antes de poupar, ressurgiu o temido fantasma da inadimplência no varejo.
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Por mais difíceis que sejam as contingências de mercado, sempre haverá os que choram e os que vendem lenços. Nos momentos em que a econômica começa a dar sinais de instabilidade, mais do que nunca, precisamos de colaboradores comprometidos, criativos e fora do comum.
Ao adentrar as portas de um estabelecimento comercial, demonstrando ou não, cada consumidor está carregando um fardo de problemas e insatisfações e anseia por ajuda. Encontrando o alívio que procura, abre o bolso e a carteira e deixa ali o fruto de seu trabalho ou poupança. Mas antes disso, precisa confiar na loja e no atendente que o acolhe. Confiança não se ganha, se conquista, é o resultado de um conjunto de percepções, passa por um trabalho ético e pelo cuidado de todos os detalhes. Há exceções é claro, mas o que mais se vê no comportamento de grande parte dos atendentes no varejo é:
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Ninguém duvida que o primeiro requisito para vender bem é comprar bem. Comprar bem é decisivo para ter competitividade e lucratividade no varejo. É inadmissível perder vendas por não controlar o estoque: deixar faltar o que o cliente deseja ou deixar sobrar aquilo que ele rejeita.
A maioria dos consumidores aprecia encontrar variedade e quantidade de mercadorias nos pontos de venda. Se faltarem produtos à venda, perdem-se receitas e com certeza também clientes. Por outro lado, se houver mais produtos disponíveis em estoque do que a demanda ou a capacidade de comercialização, compromete-se o precioso capital de giro, decorrendo daí uma série de custos, sendo alguns deles chamados de custos invisíveis por serem difíceis de identificar, como custos financeiros, de compras, de controles, de armazenagem, de movimentação, de segurança, de susceptibilidade ao roubo, de deterioração, etc.
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Os especialistas reconhecem o ponto de venda como um dos fatores mais importantes para o sucesso no varejo. Mas, não só do ponto depende o sucesso do comércio. Olhe no espelho e encare o principal responsável pelo sucesso do seu negócio.
Pobreza, mais do que falta de dinheiro, é resultado da carência de sabedoria. Não existe micro-empresário, o que existe é empresário de empresas de diferentes tamanhos – micro, pequenas, médias e grandes empresas. Um empresário é tão grande quanto os seus conhecimentos, habilidades e vontade de vencer.
Em todos os ramos de negócio, encontramos empreendedores bem e mal sucedidos. Você está fazendo tudo que pode e deve fazer para merecer o sucesso? Para avaliar objetivamente suas habilidades pessoais e gerenciais, dê a si mesmo uma nota de 0 a 10, para cada um dos fatores abaixo. Mas, seja sincero, respondendo como você é e não como gostaria que fosse.
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Quando um vendedor é contratado, às vezes ele recebe treinamento antes de ser colocado na frente do cliente. O gerente ou um colega de equipe lhe ensina coisas que consideram importantes no processo de vendas, tais como, informações da empresa, características técnicas dos produtos ou detalhamento dos serviços e tudo sobre a empresa, o lado institucional e seus diferenciais competitivos. No entanto, isso não serve para nada se o novato não souber vender de fato.
Vender não é falar bonito e demonstrar inúmeras vantagens e qualidades do produto, do serviço ou da empresa que representamos. Vender é provocar um veemente desejo de compra de algo pelo quanto isso proporcionará de valor ao seu possível comprador ou para sua empresa e meio social.
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Qual o grande desafio de um líder? Direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar, motivar e tantos outros verbos no infinitivo.
Mas de todos os verbos citados, sinto que na prática, o campeão deve ser o cobrar. O problema é como se faz a cobrança. A cobrança hoje, na maioria das empresas é burra! Burra em se traçar uma meta financeira e seja o que Deus quiser. Números definidos por históricos passados, percentual de crescimento desejado, momento do mercado ou até mesmo intuição.
E depois do número definido e divulgado para a equipe começa a eterna correria para atingir o desejado numeral. Mas, e as metas de atuação? Quem deve direcionar, educar, acompanhar, inspirar, cobrar e motivar de uma forma justa? O líder, é claro!
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Diante das dificuldades da vida, os seres humanos muitas vezes têm de ter coragem para tomar a decisão de superar ou de sofrer. Perante as dificuldades encontradas ao longo do ciclo de vida de um negócio, os empreendedores também têm de tomar a séria decisão de enfrentar e superar as dificuldades do mercado e crescer, ou descansar os braços e a cabeça e morrer. Isso implica que mesmo quem pensa em apenas se manter no mercado, se ficar somente repetindo a velha fórmula que deu certo no passado, corre sérios riscos de ficar desatualizado e conseqüentemente fora dele.
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Para destacar-se nas vendas é preciso ter habilidade, saber fazer, e atitude, querer fazer. No mundo de hoje é o ágil que vence o lento. Precisamos ser ágeis. Produtividade, eficiência e qualidade é dever de todos, sendo a qualidade que se sente a mais importante nas empresas e não a que se fala. Manter-se atualizado é o segredo da excelência dos profissionais de sucesso. Se você melhorar um pouco a cada dia, chegará ao topo da excelência e se manterá lá sem complicação.
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A gestão do varejo esta ficando a cada dia que passa mais complexa e somente lojas bem administradas terão chances de dar o retorno esperado pelos empreendedores. Este novo cenário exige de quem quer ser comerciante muito planejamento, preparação e busca de informações. O comportamento quase sempre reativo dos empreendedores do passado vem cedendo lugar para um novo gestor bem preparado e pró-ativo, atento ao mercado e suas tendências.
Existem alguns cuidados na concepção, implantação e gerenciamento de um estabelecimento varejista que se relegados a um segundo plano colocam em risco a sobrevivência do mesmo. Para estrear com o ‘pé direito’ no mundo do varejo e garantir um futuro promissor para o negócio, mesmo que ele já esteja em funcionamento, faça as seguintes reflexões:
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Organizar é a ciência de saber administrar os recursos humanos, financeiros, esforços, tempo e trabalho. Organização é o processo por meio do qual se procura estabelecer a estrutura organizacional, a divisão do trabalho, a hierarquia, a coordenação, as responsabilidades, a autoridade e o poder. Uma organização pode ser formal ou informal. Uma organização informal é aquela formada de maneira espontânea, já uma organização formal é um agrupamento social formada com um propósito de alcançar um objetivo específico.
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