Da inexperiência à falta de paciência
Em mais de uma década trabalhando como treinador e consultor empresarial, conheci muitos líderes natos e outros que se moldaram e se transformaram para serem capazes de ocupar o cargo de dirigente ou gerente de equipes. Se considerarmos que tenho a oportunidade de falar para 30.000 pessoas em média por ano, devo ter conhecido centenas de pessoas que comandam equipes e resultados no mundo corporativo.
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Para a indústria ganhar dinheiro é indispensável haver qualidade e produtividade. Cada vez mais, competir requer competência. Foi-se o tempo em que os clientes pagavam a conta com a incompetência empresarial embutida nos preços de venda. Hoje, nem o mais sofisticado marketing salva a empresa desorganizada. Até porque um bom marketing tem atrás de si um excelente produto ou serviço.
Qualidade é o que o cliente pensa que é. Quem julga o que é ou o que não é qualidade é o cliente. Como queremos o dinheiro do seu bolso, que ele dá para quem ele quer, nada mais justo do que “dançarmos conforme a música”, fazendo um produto ou serviço como ele deseja e aprova.
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Os corredores se amontoam na largada e “pow”! Ao som de um tiro todos iniciam a São Silvestre, uma das mais tradicionais corridas de rua do mundo realizada todo ano em São Paulo. Logo um deles se destaca pela velocidade e pelo ritmo que impõe aos demais. Aos olhos do público aquele é o “cara”, corre muito e deve vencer o longo caminho com facilidade. Na verdade ele é o coelho! Não, o nome do atleta não é coelho. Coelho é o nome que se dá para aquele corredor que tem por objetivo ditar um determinado ritmo aos atletas ou a um atleta da sua equipe. Dificilmente um coelho vence uma prova, pois manter o ritmo inicial até o seu final é quase impossível.
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Escassez de recursos para investimentos em estrutura, carência e desconhecimento de mercado e falta de capital de giro, são os três principais motivos apontados pelos empreendedores para a alarmante estatística de “mortalidade infantil” das micro e pequenas empresas. Na verdade, todas essas alegações não passam de meias verdades, pois na raiz do problema está a falta de informações e de planejamento. Para nascer sadia, uma criança necessita de nove meses de gestação. Uma empresa deve ser “gestada” no mínimo por igual período, tempo este dedicado a muita busca de informações de mercado e de gestão.
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O sucesso em vendas é facilitado pela prática da qualidade em todos os sentidos, o que inclui o relacionamento interpessoal.
Vender é persuadir. Em vendas, primeiro vendemos a nós mesmos, nossas idéias, como nos vestimos, o que falamos, como falamos. Para vender mais e melhor o vendedor precisa acreditar em si, na empresa e nos produtos que vende, para ter a motivação e o entusiasmo indispensável para convencer as outras pessoas dos benefícios daquilo que se está vendendo. Em segundo lugar, necessitam conhecer o comprador, seus problemas, desejos e necessidades, pois vender é servir. Enfim, preocupar-se com o sucesso do cliente, tendo vendido ou não.
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Numa empresa nada acontece sem as vendas. Elas funcionam como o motor para um trem, enquanto as demais áreas são comparáveis aos vagões. Os vendedores são as peças fundamentais para a concretização das vendas, que garantem a sustentabilidade do negócio. Mais do que ter bons produtos e serviços é preciso saber vendê-los. Os clientes estão mais bem informados e exigentes, têm várias opções à sua escolha, e certamente um dos pontos que determinam o sucesso de uma negociação é o entusiasmo como eles são abordados ou atendidos.
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O Guaraná Antarctica tem um sabor inigualável. O “Old Mother Owl” (Velha Mãe Coruja) mais conhecido como Omo, rende mais? Não sei, nunca fiz o teste. E o que dizer de um carro Ferrari ou da moto Harley-Davidson? E quem nunca usou um bandaid – band (faixa, em inglês) por causa do pedaço de esparadrapo e aid (socorro, ajuda) – que desde 1947 nos socorre em pequenos ferimentos? E a experiência de jogar no Nintendo Wii ou no PlayStation 3?
Empresas únicas, marcas singulares que fazem a diferença, criam mercados e mantêm a lealdade dos seus consumidores.
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O maior turn-over no mundo corporativo está na área de vendas. Vendedores trocam de empresa demasiadamente rápido, muitos por serem demitidos pela falta de resultados e outros por que decidem migrar para outra empresa ou negócio que lhe rendam um pouquinho mais. Isso mesmo, por qualquer cem reais a mais, eu vejo vendedores novatos, em especial de varejo como shoppings centers, mudando de loja. Os mais experientes em vendas, não fogem muito a regra, pois indicadores de rotatividade em vendas também são altos entre representantes comerciais, vendedores corporativos (B2B) e até mesmo em nível gerencial.
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As pessoas constituem a alma de uma organização. O momento da escolha de colaboradores é fundamental para o sucesso da empresa, pois as pessoas são as peças mais importantes de todo o sistema, portanto, a escolha não pode ser leviana, superficial ou apressada. Uma boa dica é sempre analisar no mínimo três candidatos, pois isso aumenta a capacidade de acerto na escolha.
Pergunte-se: que necessidade de pessoal você tem em número, prazo e perfil profissional? Para isso, defina o CHA, que tipo de Conhecimento, Habilidades e Atitude os candidatos devem ter.
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Acelerado, incerto, mutável, complexo, exigente, inteligente. Estes adjetivos são, no mínimo, alguns aos quais podemos recorrer para definir os mercados em que pretendemos vencer. Para fazer frente às particularidades destes mercados em mutação acelerada, precisamos de um marketing ainda mais inteligente e ousado.
Um marketing arquitetado sob uma plataforma estratégica inovadora e consistente, que seja capaz de combinar o rigor analítico da era dos algoritmos com a criatividade radical das manifestações underground da arte e da cultura. Estamos falando de um marketing maduro, que compreende que embora a essência do Homem continue, em síntese a mesma, suas manifestações variam a cada segundo e, portanto, também variam os produtos, serviços e a comunicação que a ele se destinam.
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