A FÁBRICA DE IDIOTAS

maio 9, 2008 por Fabio Camatari  
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Por Luciano Pires

Lápis e CadernoEscola Sem Partido. Tomei contato com essa organização recentemente. O site deles é o escolasempartido.org. Cheguei até eles depois que soube da polêmica causada quando denunciaram a contaminação político-ideológico das escolas brasileiras em todos os níveis, ao comentar o conteúdo de alguns livros e cartilhas de uma grande rede de ensino.
Esse problema – a contaminação político-ideológico nas escolas – é antigo. Os estudantes sempre foram solo fértil para as pregações ideológicas. São mentes jovens, dispostas a mudar o mundo, ávidas por modelos e por heróis. Num ambiente assim, os “tchê-guevarismos” fazem sucesso e a garotada tem a cabeça feita por “educadores” que se dizem revolucionários e trabalham para formar jovens que servirão de instrumentos para projetos de poder. E as escolas transformam-se em fábricas de idiotas.
Alguns desses “professores” transformaram-se em ídolos da garotada, que não percebe que está sendo doutrinada. Cabe a cada um de nós reagir – como pais, como estudantes, como contribuintes. Por isso convido você a conhecer o trabalho da Escola Sem Partido, reproduzindo aqui as dicas que eles publicaram para perceber quando um professor está tentando doutrinar ideologicamente os alunos. Você, ou seus filhos, podem estar sendo vítimas quando o professor:

• se desvia, freqüentemente, da matéria-objeto da disciplina para assuntos relacionados ao noticiário político ou internacional;
• adota ou indica livros, publicações e autores identificados com determinada corrente ideológica;
• impõe a leitura de textos que mostram apenas um dos lados de questões controvertidas;
• exibe aos alunos obras de arte de conteúdo político-ideológico, submetendo-as à discussão em sala de aula, sem fornecer os instrumentos necessários à descompactação da mensagem veiculada e sem dar tempo aos alunos para refletir sobre o seu conteúdo;
• ridiculariza gratuitamente ou desqualifica crenças religiosas ou convicções políticas;
• ridiculariza, desqualifica ou difama personalidades históricas, políticas ou religiosas;
• pressiona os alunos a expressar determinados pontos de vista em seus trabalhos;
• alicia alunos para participar de manifestações, atos públicos, passeatas, etc.;
• permite que a convicção política ou religiosa dos alunos interfira positiva ou negativamente em suas notas;
• encaminha o debate de qualquer assunto controvertido para conclusões que necessariamente favoreçam os pontos de vista de determinada corrente de pensamento;
• não só não esconde, como divulga e faz propaganda de suas preferências e antipatias políticas e ideológicas;
• omite ou minimiza fatos desabonadores da corrente político-ideológico de sua preferência;
• transmite aos alunos a impressão de que o mundo da política se divide entre os “do bem” e os “do mal”;
• não admite a mera possibilidade de que o “outro lado” possa ter alguma razão;
• promove uma atmosfera de intimidação em sala de aula, não permitindo ou desencorajando a manifestação de pontos de vista discordantes dos seus;
• não impede que tal atmosfera seja criada pela ação de outros alunos;
• utiliza-se da função para propagar idéias e juízos de valor incompatíveis com os sentimentos morais e religiosos dos alunos, constrangendo-os por não partilharem das mesmas idéias e juízos.

E então? Você já percebeu um comportamento assim? Então vá lá: www.escolasempartido.org. É seu passaporte para escapar das fábricas de idiotas.

Saiba a diferença prática entre VER e ENXERGAR

abril 30, 2008 por Fabio Camatari  
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Por Daniel Carvalho Luz

Está preparado para uma surpresa?
Algumas pessoas têm olhos, mas não vêem.

Você pisca vinte e cinco vezes por minuto. Cada piscada leva aproximadamente um quinto de segundo. Portanto, se você faz uma viagem de automóvel que dura dez horas, a uma velocidade de 65 quilômetros por hora, você dirige aproximadamente 32 quilômetros de olhos fechados.

Pois um fato muito mais surpreendente que este é que algumas pessoas passam suas vidas de olhos fechados. Elas olham, mas não enxergam realmente… não questionam… a visão é presente, mas a percepção é ausente. Se a vida fosse uma pintura, veriam as cores, mas não a genialidade das pinceladas. Se fosse uma viagem, notariam a estrada, mas não a majestosa e tremenda paisagem. Se fosse um poema, leriam o que está escrito na página, mas perderiam a paixão do poeta.

As pessoas mais inteligentes podem às vezes estar cegas a uma visão maior, especialmente se isso significa uma grande mudança no Status quo. Até o grande Mark Twain teve dificuldade em discernir entre boas e más visões. Apesar da sua inteligência, ele foi apanhado pela cegueira.

Uma tarde, Twain recebeu a visita de mais um homem em busca de investidores – um inventor carregando debaixo do braço uma engenhoca de aparência estranha. Ansioso e com bastante convicção, o homem explicou o seu invento ao escritor, que ouviu polidamente, mas no final disse que teria que recusar; já havia se queimado muitas vezes.
Alexander Graham Bell
- “Mas não estou pedindo que o senhor invista uma fortuna”, o visitante alegou.
- “Pode ter a participação que desejar por 500 dólares”. Ainda assim, Mark Twain sacudiu a cabeça. Não estava disposto a se arriscar em uma invenção que não fazia nenhum sentido para ele. Quando o inventor resolveu ir embora com sua máquina, o escritor o chamou:
- “Como é mesmo o seu nome?”
- “Bell”, o homem respondeu, com um traço de melancolia na voz, “Alexander Bell”.

As pessoas sem perspicácia habitam principalmente no reino do óbvio… do esperado… do essencial. As dimensões que as interessam são compridas e largas, mas não profundas. Entenda que isso não é uma crítica às pessoas que não conseguem se aprofundar… mas as que conseguem – e não querem.

Portanto, o desafio proposto a você é: Abra seus olhos! Pense! Aplique! Escave! Escute!

Existe uma imensa diferença entre uma piscada necessária e a cegueira desnecessária.

Texto adaptado do livro Fênix.

Imaginação e Controle

abril 15, 2008 por Fabio Camatari  
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Por Luciano Pires

O controle não é apenas incompatível com a imaginação. É inimigo! Um expulsa o outro…

Essa frase é um grito contra a ditadura do controle, que mata a imaginação, sempre que com ela confrontado. É impressionante como nossa sociedade mergulhou nessa tara do controle. Para tudo, existem regras. E regras são boas, quando criadas para colocar ordem no caos, para gerar justiça social, para facilitar processos que seriam complexos.

Mas hoje em dia, neste mercado competitivo repleto de ISO 9000 e outros sistemas de controle, se você piscar, é engolido pelas regras. E transforma-se num robô.

Esses sistemas de controle surgiram, na verdade, como uma alternativa para a falta de inteligência que domina os grandes empreendimentos. Gente mal preparada, com pouca ou nenhuma condição de tomar decisões, de praticar julgamentos, precisa ser controlada. Imagine aqui no Brasil, onde comprovadamente 75% da população não entende o que lê, onde a maioria dos treinamentos nas empresas são mal traduzidos de realidades distintas da nossa e ministrados por gente que não sabe o que está ensinando…

Esses processos de controle têm como objetivo colocar as pessoas nos trilhos. Estabelecer limites. Criar rotinas imunes à erros. O que é muito bom para quem pilota uma máquina de fazer parafusos, mas um desastre para processos que lidam com relacionamentos e percepções. São esses controles, que matam a imaginação, os responsáveis pela perpetuação da mediocridade.

O resultado é um exército gigantesco de gente não comprometida, não capacitada. Gente formada para ser robô, capaz de repetir até a exaustão os mesmos processos controlados, sem entender o que faz. Gente que raramente pensa. E quando pensa, é punida pelos controles. O garoto ou menina de 20 anos é contratado. E recebe a recomendação:

- Você vai trabalhar aqui. Siga o script. Faça como está escrito. E não saia fora disso. Ou o auditor da ISO te pega!! Entendeu? Ah, e aproveita e inova, tá?

O controle é inimigo da imaginação.

OS INCONFORMISTAS

abril 1, 2008 por Fabio Camatari  
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EverestVocê costuma pensar sobre o papel que a sociedade espera que desempenhe? Sim? Então, analise melhor suas metas pessoais, pois este é um sintoma daquele que é conformado, ressentido ou passivo. É aquele que olha o sucesso alheio e critica-o. Cuidado…

Por Luciano Pires

Alguns dias atrás me reuni com um consultor financeiro para receber dicas de como preparar meu futuro. E a primeira pergunta foi desconcertante. Ele queria saber quando é que eu pretendia parar de trabalhar para curtir minha aposentadoria. Foi a primeira vez que pensei nisso. E eu não tinha a resposta. Chutei: “setenta e cinco anos”. Ele achou exagerado e propôs um exercício considerando sessenta e cinco anos.
Nossa reunião acabou ali, pois enquanto ele falava minha cabeça estava viajando.

– Sessenta e cinco? Pô, vou fazer cinqüenta e dois. Só mais treze anos? Que horror! Aposentadoria? Pijamão? Papete? Aaaaahhhhh!!!!!!

Aos sessenta e cinco eu faria parte de uma categoria diferente de cidadão. Tenho impressão que para a sociedade, ter mais de sessenta é como ter uma deficiência física… A pessoa é rotulada como “limitada”.

E naquela hora caiu a ficha. O que será que a sociedade reserva para mim daqui a treze anos?

Lembro-me claramente quando, nos anos 1980, Jô Soares anunciou que deixaria seu programa de humor para dedicar-se a entrevistas. Saiu da Globo e foi para o SBT, o que foi considerado uma loucura. Ele estava com cinqüenta anos e era um sucesso como humorista. Fiquei impressionado com a coragem daquela decisão. Aos cinqüenta, quando a turma pensava em aposentadoria, Jô decidia começar de novo… Precisei amadurecer vinte anos para entender as razões daquela decisão maluca.

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Vencer é não desistir!

março 27, 2008 por Fabio Camatari  
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Atitude. Perseverança. Seguir adiante.
Estas são palavras chave que devem sempre estar presentes em nossas vidas!

Por Fabio Camatari

Aproveite as oportunidades que a vida lhe oferece. Encontre os oásis em seus desertos. Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e com ela a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores vêem uma oportunidade para começar tudo de novo.

VencedorPor isso, desejo que você seja um grande empreendedor. E, quando empreender, não tenha medo de cometer falhas. E, quando cometê-las, não tenha medo de reconhecê-las. E, quando reconhecê-las, não tenha medo de chorar. E, quando chorar, não tenha medo de reavaliar a sua vida. E, quando reavaliá-la, não esqueça de dar sempre uma nova chance a si mesmo.

Você nasceu vencedor. Hoje, vencer não é cometer erros e falhas, mas reconhecer nossos limites e corrigir nossas rotas. Vencer é não desistir.

Adaptado do livro: “Você é Insubstituível” de Augusto Cury

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