Pouco tempos atrás escrevi sobre a peleja UNIBAN X Geisy sob uma ótica diferente (para ver, clique aqui).
A ideia era mostrar o que não se deveria fazer ao gerenciar uma crise e como ser reconhecido negativamente da noite para o dia através da web.
Esta semana, tivemos outro exemplo deste tipo, agora com a participação de Tessália, a @Twittess, no Big Brother Brasil 10.
BBB10 no Almanaque do Bem? Desde de quando isso, perguntaria o amigo Beto Veiga. Bem, desde que possamos tirar uma lição frutífera do caso!
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Maria da Cruz,
Cê Tabúa, Boazinha?
Por décadas, nós, cachaças, fomos estigmatizadas porque os incautos se empapuçavam de vodka ou whisky e não eram chamados de vodkeiros ou whiskeiros, mas, sim, de cachaceiros. Felizmente, tudo mudou. O degustador da Gota Serena hoje é uma gente Seleta e conhecida como cachacier. Agora não se pede um engasga-gato, mas toma-se uma Providência, uma Atitude, uma Decisão ou um Alívio das Dores. Em dose homeopática, claro; horseopática, jamais! E não é por nacionalismo barato, mas sim por uma cara Brasilidade. Uma dose de cachaça artesanal chega a ser mais cara que um scotch por sua superioridade no Paladar. Uma dose da colega GRM sai por R$32 na Toca do Coelho, na Teodoro, em Sampa, e a Anísio Santiago por R$39. É dose, mas o goleiro, que nos engole, paga com gosto.
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