Olá leitores!
Depois de uma longa ausência por motivos pessoais voltei com toda força para discutir e crescer com todos vocês dentro do mundo das marcas.
Nos últimos tempos tenho lido demais sobre o mercado financeiro com o objetivo de entender como as marcas influenciam no valor das ações e como isso pode trazer retorno ao acionista.
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Para um bom vendedor, meia oportunidade basta. Os tempos difíceis revelam os melhores empreendedores e vendedores que o mercado possui. É tempo de mudar e cada mudança gera um monte de desculpas para não fazê-las.
Seu negócio não pode mais manter velhos hábitos e processos ineficazes, como aqueles que não estão pensando na busca de clientes, de novas maneiras de vender e principalmente, de aferir lucro ou diminuir despesas desnecessárias. Para ganhar dinheiro num momento como esse, de mercado e consumo mais retraído a solução é ser mais inteligente que o concorrente. Essa inteligência passa por 03 contextos que você e sua empresa precisam considerar:
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As previsões de desempenho da economia brasileira para 2009 são de redução no crescimento nas vendas e na produção, repetindo-se assim a situação dos últimos três meses do ano passado. É evidente que cada setor tem diferentes dinâmicas. Por exemplo, automóveis, habitação e bens de capital são mais penalizados por representarem itens muito caros na cesta de compras de uma família ou empresa. Por outro lado, alimentos, remédios e outros tendem a ser menos elásticos, pois as pessoas continuam a requerer cuidados de saúde e a se alimentar, embora possam haver mudanças no mix e na segmentação dos produtos.
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Um dos grandes vilões de nosso bolso é o cartão de crédito. Obter um é fácil, basta pedir pela internet ou preencher uma das várias propostas que recebemos pelo correio.
Duas de suas conveniências, porém, discretamente seduzem os usuários e transformam-se no calvário de muitos: a possibilidade de parcelamento tanto das compras quanto do pagamento da própria fatura.
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Se você é recém formado ou vive um momento profissional onde deseja avaliar a possibilidade de ter seu próprio negócio, veja o texto de Gustavo Cerbasi. E lembre-se de avaliar também se possui perfil empreendedor.
Por Gustavo Cerbasi
Dia desses, palestrando em uma universidade, questionaram-se se qual seria a melhor opção de trabalho para um recém formado. Tentar investir em um negócio próprio ou trabalhar como empregado?
Bom, existem tanto riscos quanto oportunidades em ambas as alternativas.
Você pode abrir um negócio próprio e perder em pouco tempo tudo o que tem por falhas de gestão, decorrentes de falta de experiência. Você pode optar pelo emprego e demorar a subir na vida, também em razão da pouca experiência adquirida em trabalhos muito limitantes.
Em ambos os casos, os riscos dependem essencialmente de sua limitação de conhecimento. É por isso que afirmo que o melhor investimento que podemos fazer é em tempo para aprender.
Já para investir em um negócio próprio é preciso muito mais dinheiro do que as pessoas imaginam ou calculam. Não basta instalar seu consultório ou escritório, é preciso ter também recursos, o chamado capital de giro, para se manter com conforto e investir em marketing durante ao menos dois anos. Por isso, um novo negócio depende de um bom patrimônio, algo de que poucos jovens podem dispor.
Para subir na vida como empregado o que você precisa é de uma boa formação, e não de dinheiro. Você dirá que para ter uma boa formação é preciso ter muito dinheiro, mas isso não é verdade. É para quem não em dinheiro e tem muita vontade de crescer na vida que existem bolsas de estudo e crédito educativo.
Por essas diferenças, eu evito me referir a alguém como trabalhador ou empreendedor. Na prática todos devemos ser as duas coisas.
Para ter sucesso na carreira e nas finanças, eu recomendo a todo jovem profissional que procure começar sua carreira como empregado, trabalhando para ou com alguém mais experiente, sem grandes compromissos financeiros a pagar, visando adquirir maturidade para tocar o próprio negócio.
Certamente, essa opção tende a propiciar uma renda menor, mas é o pedágio a pagar para adquirir experiência, e então empreender um negócio próprio.
Temos hoje quatorze dicas especiais (e simples) oferecidas por Gustavo Cerbasi para uma vida financeira mais equilibrada. Se não começou a pensar nisso, nunca é tarde, afinal, ninguém melhor para cuidar de seu dinheiro do que você mesmo. Seja um bom gestor de suas finanças.
Por Gustavo Cerbasi
Dia desses, uma jornalista me pediu para enumerar sete pecados e sete regras de ouro para o sucesso na vida financeira do casal. O porquê do número sete, eu não sei. Mas a reflexão sobre a pergunta da jornalista me levou a enumerar quatorze idéias que hoje quero compartilhar com você, ouvinte.
Os sete maiores pecados, pois existem outros, são:
1) Não colocar as contas na ponta do lápis ao menos uma vez por mês;
2) comprar a casa própria muito precocemente, quando a renda do casal ainda é baixa e só é possível financiá-la em prazos muito longos;
3) comprar a prazo, o que deveria ser evitado mesmo quando aparentemente não há vantagem matemática em pagar à vista;
4) entrar em financiamentos muito longos na compra da casa e do automóvel;
5) não ter um plano que garanta uma robusta renda futura, independente do trabalho;
6) não contar com uma reserva financeira para emergências e gastos inesperados; e
7) não criar oportunidades para falar sobre dinheiro e sobre sonhos.
Para uma vida financeira mais tranqüila, as sete regras de ouro que enumero são as seguintes:
1) Realizar o orçamento doméstico, mesmo que de maneira simples – é o caminho para antecipar “furos” na conta e ajudar a saber o quanto podemos gastar em uma ida ao shopping, por exemplo;
2) somar esforços na hora de investir e nos produtos que podem proporcionar vantagens, como o cartão de crédito – quanto melhor nosso relacionamento, mais vantagens conseguimos das instituições financeiras;
3) poupar para pagar os itens de consumo à vista ou ao menos para poder dar uma grande entrada, que viabilize financiamentos em prazos mais curtos;
4) procurar comprar sempre à vista (nada como a sensação de desfrutar do consumo e não ter que assumir o abacaxi de várias prestações a pagar);
5) começar, o quanto antes, um projeto de investimentos para garantir a independência financeira do casal (pode ser um simples plano de previdência);
6) fazer pequenas poupanças além do plano de independência, seja para usar nas emergências, seja para viabilizar gastos que, de tempos em tempos, podem vitaminar o relacionamento (viagem, renovação da casa, um jantar a dois); e
7) unir forças na busca de objetivos comuns e também de objetivos individuais, conversando mais a dois e com os filhos sobre sonhos, desejos e sacrifícios a fazer para conquistá-los.
São minhas dicas, para que vocês enriqueçam juntos.
Texto publicado na coluna de Gustavo Cerbasi para o Primeiro Programa.
Em Finanças, regularmente teremos textos voltados a uma boa administração de seu dinheiro, com autores de credibilidade ou textos adaptados de obras conceituadas. Assim começamos por Gustavo Cerbasi. Boa leitura!
por Gustavo Cerbasi
Ao contrário do que muitos pensam, o segredo para uma vida mais rica não está em economizar muito, mas sim em gastar bem seu dinheiro. Não se deve deixar de lado a fórmula básica para enriquecer: gastar menos do que ganha e investir bem a diferença. Porém, se ao gastar menos você passa a ter uma vida medíocre, de nada valerá o esforço para acumular patrimônio. É o equilíbrio entre o que você tem hoje e o que terá no futuro que mostra quão rico você é. Por isso, uma vida rica envolve gastar o máximo que você pode hoje, sem comprometer essa capacidade de consumo no futuro. Parece simples, mas envolve comprar mais gastando menos, negociar bem e pagar menos juros hoje, sem esquecer de poupar recursos suficientes para uma aposentadoria próspera.
Você deve estar pensando, “OK, falar é fácil. Difícil é viver com o pouco que ganho!” Será mesmo? Muitos entram no vermelhoporque não têm verba para comprar coisas de que precisame, quando as compram, o dinheiro evapora.
Lembre-se, porém, que tudo aquilo que vocês depende de suas escolhas.Se gasta muito com a casa, é porque optou por uma maior do que poderia pagar. Se gasta muito com automóvel, é porque errou ao escolher uma moradia longe do trabalho (e não um trabalho longe de casa, pois não está fácil ter um bom emprego).
Moradia, saúde, transporte e alimentação são coisas básicas. Mas lazer, prazer e qualidade de vida também são. É seu dever garantir verbas para o que lhe traz mais felicidade, mesmo que isso signifique ter uma casa e um carro menores e roupas mais simples. Sua felicidade é uma medida de sua riqueza.
Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e autor de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos (Ed. Gente). Publicado em: Destak – 27.mar.2007