Esteja preparado para enfrentar observações do tipo: “Como você espera atingir esse volume de vendas com essa equipe?”; “O seu colega não é necessário na empresa?”; “Essa tecnologia está imatura. Me procure daqui a três anos”
Estive recentemente no Global Moot Corp, a maior competição mundial de planos de negócios entre alunos de MBA do mundo, que ocorre há 27 anos na Universidade do Texas, em Austin, nos EUA. Observei os seguintes aspectos que o investidor valoriza ao avaliar ideias de empreendimento:
Continue lendo aqui…
Há uma frase continuamente difundida quando da divulgação de fundos de investimento sobre a qual, pela banalização, acabamos por não prestar atenção: “rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura”. Ao contrário, acabamos por fazer exatamente o contrário, isto é, tomarmos nossas decisões de investimento com base nessas informações.
Ainda em 2007, o portal Infomoney realizou uma pesquisa não científica, que na minha opinião seria confirmada se feita com rigor, cujo resultado foi quase um terço a favor da esperança. A esperança, no caso, é a rentabilidade passada.
Continue lendo aqui…
O título do post remete a um duplo sentido e não é à toa! Saibam que categoria de consumo que mais frusta as mulheres ao redor do mundo é a de produtos financeiros, segundo pesquisa do BCG (The Boston Consulting Group). Esqueça o tempo em que apenas bolsas ou sapatos novos eram objeto de anseio no universo feminino!
A pesquisa mostra que 49% das mulheres entrevistadas estão especialmente decepcionadas com o segmento de investimentos, já que as empresas do setor precisam fazer um trabalho muito melhor para entender às necessidades do público feminino. Isso mesmo! Elas desejam quantidade E qualidade. A pesquisa ouviu 12 mil mulheres de 22 países e resultou na publicação do livro “Women Want More“, de Michael J. Silverstein e Kate Sayre, sócios do BCG.
Continue lendo aqui…
Você sabia que estudos revelam baixa correlação entre o QI dos indivíduos e seu potencial para acumular riqueza?
Algumas estratégias ou operações no mercado parecem complexas demais para o grande público. Por isso a bolsa assumiu um rótulo de sofisticação durante alguns anos, que começa a ser desmistificado com o recente ganho de popularidade da renda variável.
Diversos mitos que o mercado carrega são derrubados pouco a pouco. Um deles é associar inteligência ao sucesso como investidor em bolsa.
O debate vai além. Desde a infância, não há quem não ouviu aquela projeção de professores ou dos colegas de escola: fulano é quem tem maior chance de ser bem sucedido. Continue lendo aqui…
No Brasil, o mercado imobiliário talvez tenha sido o setor menos afetado pela crise mundial. Agora, com o novo aquescimento da economia e o final do ano se aproximando, trazemos uma cartilha orientativa elaborada pela Fundação Procon-SP para auxiliar você, consumidor, a evitar problemas ao efetuar uma compra, contratar um serviço ou mesmo assinar um contrato. Ela pretende dar a você as informações necessárias à sua proteção.
O consumidor que conhece os seus direitos como cidadão é aquele que melhor sabe se defender!
Continue lendo aqui…
Você já é um cliente diferenciado.
Aproveite porque as opções de investimento aumentam.
Os bancos adoram mimar quem tem dinheiro e a cortesia começa a aparecer para quem tem renda mensal próxima de 5 000 reais. Esse tipo de cliente é cobiçado porque há mais opções de investimento para essa faixa de renda e alguns bancos oferecem até gerentes exclusivos para orientar bem esse pessoal. Se você poupar 750 reais todo mês — o equivalente a 15% de um salário de 5 000 reais —, já pode começar a colocar o dinheiro em um fundo de investimentos com taxas de administração mais baixas e rentabilidade mais atraente. Seja um fundo de renda variável (ações), renda fixa ou um multimercado (que diversifica a aplicação em ações e ativos de renda fixa como juros). Confira:
PLANO 1 – Fundo de renda fixa
Você pode começar a investir seu dinheiro em um fundo de renda fixa para juntar algum capital, por exemplo, 5 000 reais, e então migrar para um fundo de ações.
A Bovespa acumulava alta de 22,8% até o dia 31 de agosto, apesar da crise no mercado imobiliário americano,que fez as bolsas despencarem no mundo todo. Já os fundos de ações que seguem o Ibovespa — a carteira das ações mais negociadas da bolsa — renderam em média 31% nos últimos 12 meses.
Só para ter idéia, se você tivesse investido 750 reais todo mês nesses fundos de ações, teria, após um ano, 16 446 reais aplicados.
Esse é o valor bruto. Aqui incidem o Imposto de Renda (IR) de 15% sobre os ganhos dos fundos mais a taxa de administração cobrada pelos gestores.
Aliás, é preciso ter muita atenção com essas taxas de administração.Um investimento de 50 000 reais em um fundo com taxa de administração de 3% ao ano resulta em uma despesa de 1 500 reais só com taxas. No caso dos fundos de ações há ainda a cobrança da taxa de performance que, geralmente, é de 20% sobre o que exceder a rentabilidade do Ibovespa.“É sempre bom lembrar que os lucros na renda variável não são garantidos, eles oscilam bastante, por isso é bom esperar retornos para o médio e o longo prazos”, diz Rogério Thomé, da XP Investimentos, empresa de educação financeira, com escritório em São Paulo.
PLANO 2 – Fundos multimercado
Se você quer arriscar mais o seu dinheiro, a melhor alternativa são os fundos multimercado, que diversificam as aplicações entre renda fixa e renda variável. Eles são mais arrojados e podem apresentar uma rentabilidade mais alta.
Quem investiu 750 reais todo mês durante dois anos num fundo multimercado Unibanco Flex, do Unibanco, por exemplo, acumulou 20 647 reais no período até o dia 31 de julho. O custo desse investimento foi a taxa de administração, que pode chegar a 4,5% sobre o valor que foi aplicado.
Essa opção é ideal para quem pretende aplicar o dinheiro por um longo período, entre cinco e dez anos.Para escolher um desses produtos, analise o gestor do fundo. É ele quem vai definir como será a carteira de investimentos do multimercado em que sua grana será aplicada.Mas como saber se o especialista que administra o seu dinheiro é bom? Uma alternativa é verificar se o profissional tem registro no Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais de Investimento (IBCPI). E analisar o histórico de rentabilidade do fundo em 12 e 24 meses.
PLANO 3 – Clubes
Uma opção mais sofisticada para investir seu dinheiro são os clubes de investimento, um grupo que reúne no mínimo três e no máximo 150 pessoas para aplicar dinheiro em ações. Um profissional é escolhido para administrar o fundo.
A rentabilidade dos clubes varia de acordo com a carteira de ações escolhida pelos seus integrantes. No país, há 1 931 clubes de investimento e o Geração Futuro Clube de Investimento Programado 40, da corretora Geração Futuro, por exemplo, rendeu 33,56% nos últimos 12 meses.
A maior vantagem dos clubes de investimento é a diluição dos custos. A taxa de corretagem geralmente é de 4% ao ano, mas é dividida com todo mundo.
Evite a tentação
Com 750 reais por mês para investir, ainda prefira os fundos de investimento à compra de ações por intermédio de corretora de valores. As taxas dessas corretoras costumam ser cobradas por operações realizadas. Como você vai fazer poucas transações por meio do sistema homebroker, elas não compensam. São caras. Com 1 000 a 2 000 reais por mês para investir, esses custos começam a ser diluídos no volume total da operação.
Dica do especialista
Leia atentamente o regulamento do seu fundo — que o banco é obrigado a fornecer — antes de investir.Verifique a performance dele nos últimos 12 meses, no mínimo (de preferência 36 meses),e evite aquele cuja rentabilidade suba e caia muito.
Lembre-se que, quanto mais tempo seu dinheiro ficar no fundo,o Imposto de Renda será menor. Se você sacar em até 180 dias, a alíquota é de 22,5%.Entre 181 dias e 360 dias, 20%. Já 361 e 720 dias, 17,5%, e 15% acima desse período.
SEGURANÇA NO FUTURO
Kelly Reis, de 28 anos, gerente de vendas da Travel Explorer, ganha 5 000 reais e investe 110 reais em previdência privada para o filho,Henrique, de 3 anos.
Foi apenas aos 21 anos que a paulistana Kelly Reis resolveu guardar dinheiro. Na época, ela era gerente de vendas da Rede Eldorado de Hotéis e tinha um salário variável de 3 000 a 8 000 reais.Independentemente do valor final,todo mês ela separava no mínimo 500 reais para a poupança. Em poucos meses, Kelly chegou a guardar 5 000 reais.“Preferi investimentos conservadores porque não conheço o mercado financeiro”, diz.Nem quando foi morar sozinha e pagava aluguel, Kelly deixou de poupar.Com as economias feitas durante dois anos ela comprou à vista, em 2002,um terreno no valor de 25 000 reais, em Arujá, a 30 quilômetros de São Paulo. Juntou dinheiro por mais quatro anos para pagar o projeto da casa em três vezes. As obras começam em novembro. Ela passou a pesquisar os melhores investimentos e,no fim do ano passado,transferiu seu dinheiro para um fundo de renda fixa. Hoje,a gerente quer investir no futuro do filho,Henrique. Ela aplica 110 reais em um fundo de previdência privada VGBL para formar uma boa poupança para o garoto e pretende aumentar o valor dos depósitos. Até ele completar 18 anos, terá guardado 45 000 reais, que serão usados para custear os estudos dele.
Extraído e adaptado de Você SA.
Dentre as centenas de dúvidas que recebo mensalmente pelo site www.maisdinheiro.com.br, é comum aparecerem comentários equivocados, como os que consideram a casa própria um investimento.
São freqüentes idéias como “Estamos nos casando e decidimos investir em um imóvel de dois dormitórios para nossa moradia”, ou então “Compramos nosso apartamento financiado em vinte anos, mas fizemos um bom negócio, pois ele se valorizou em 40% após cinco anos”.
A moradia não é um investimento, mas sim um consumo. Investir é multiplicar riquezas. Mas o dinheiro consumido em uma moradia não se propõe a ser multiplicado; pelo contrário, mesmo que a moradia vier a perder valor com o tempo, isso pouco nos preocupará, se nela estivermos morando com conforto, segurança e felicidade.
Além disso, você não poderá dispor do dinheiro que vale sua casa diante de outra oportunidade de negócio – em outras palavras, a casa própria não lhe proporciona boa liquidez. Mesmo que o imóvel em que você mora se valorize muito, isso fará pouca diferença. Até hoje, só conheci casos de pessoas que decidiram mudar de uma moradia de elevado valor para uma menor em situações de necessidade financeira, para pagar contas ou liquidar dívidas. O caso mais comum, quando a casa própria se valoriza muito, é o de a família vender o imóvel supervalorizado para comprar outro de igual ou maior valor, aumentando seu consumo e não seu investimento.
Se você quer mesmo investir, compre um imóvel já pensando em revendê-lo, preferencialmente em um prazo não muito longo. Não faltam oportunidades.
Texto de Gustavo Cerbasi