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Concurso Cultural Mundo e Meu Bolso em Dia

Estamos na Semana Mundial do Meio Ambiente e a dica de hoje vai para o concurso cultural promovido pelo site MeuBolsoEmDia.com.br
Participar é simples: Escolha se vai participar por Orkut, Facebook ou Twitter; Complete a frase ” Eu Mantenho meu mundo em dia porque…”

A resposta mais criativa por canal fatura uma bike!

As Amazonas

Existe uma lenda antiga que fala das Amazonas, uma tribo só de mulheres, bravas guerreiras, que viviam numa comunidade onde não existiam homens. Elas procuravam homens em outras tribos apenas para acasalar e procriar. Uma sociedade só de mulheres, já pensou?

Pois parece que essa possibilidade existe. Li um estudo do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo indicando que quanto maior o índice de poluição, maior a desproporção entre o nascimento de meninos e meninas. O estudo levantou os registros de nascimentos na cidade de São Paulo entre 2001 e 2003 em três áreas, classificadas de acordo com a poluição do ar. Onde a poluição era alta, a proporção de nascimentos de meninos era 1% menor do que na região menos poluída. Na área mais poluída, nasceram 1.180 meninos a menos do que na menos poluída.

Fico com o pé atrás com essas pesquisas, que normalmente confundem correlações com causalidades, mas é interessante acompanhar sua lógica. Os pesquisadores acreditam que os óvulos protegem-se melhor da influência da poluição do que os espermatozóides. E que os cromossomos que dão origem ao sexo feminino levam vantagem. Numa experiência com camundongos, a diferença chegou a 24% menos machos do que fêmeas. Pode?

Como se não bastassem a emissão de CO2, a sujeira da fuligem e as doenças respiratórias, a poluição ainda extingue os homens! Imagine que aquele cano de escapamento do carro que está à sua frente significa um menino a menos no futuro. No ritmo em que vamos, em breve só nascerão mulheres!

Mas esse lance da poluição acabar com os homens talvez seja apenas o golpe de misericórdia. O mundo já é das mulheres, falta apenas reconhecer.
Vocês já notaram como elas vêm tomando conta de todas as áreas? Num evento para um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, cheguei ao hotel junto com os ônibus que traziam mais de uma centena de funcionários. Abrem-se as portas e a cada dez que descem, sete são mulheres. Pergunto a um dos diretores se existe alguma política que privilegie a contratação de mulheres e ele diz que não: “elas ganham dos homens nos processos de recrutamento e seleção.”

Pouco depois participei de uma coletiva de imprensa no Rio Grande do Sul. A grande maioria dos jornalistas-machos estava mais interessada no almoço, nos brindes e no bate-papo. Enfastiados, desinteressados e desatualizados, faziam perguntas protocolares, de olho no garçon. Enquanto isso as jornalistas-fêmeas, de bloquinho em punho, encantadoras e exigentes, queriam saber de tudo. E dispensavam o almoço, pois “tinham que voltar para a redação”.

As mulheres estão se revelando mais interessadas, mais inteligentes, mais profissionais, mais curiosas, mais confiáveis, menos violentas e mais éticas que os homens. E são mais atraentes.
O que estará acontecendo com os brucutus? Conformaram-se em ficar para trás? Acomodaram-se? Ou simplesmente não enxergam?
Ou talvez estejamos apenas vendo as mulheres recuperando o tempo perdido durante os séculos em que foram subjugadas por uma sociedade machista?

Não sei. Mas a perspectiva de uma sociedade onde o poder seja compartilhado entre homens e mulheres me fascina. Ao atingir o equilíbrio, teremos um mundo bem diferente deste que conhecemos. Melhor, menos bruto e mais confiável.

No entanto, ao ler a tal pesquisa fiquei preocupado. Talvez não dê tempo para o equilíbrio. Faltarão homens.

Pelo estudo da USP, o destino deles é virar fumaça.

Texto de Luciano Pires

A História das Coisas

Mais de dois milhões de pessoas no mundo já assistiram a este incrível documentário, agora com legendas em português!

O filme é um “tapa na cara” do consumismo, do “jeito americano de viver” (American way of life) e das grandes corporações.

Você já se perguntou de onde vêm e para onde vão as coisas que consumimos? Até quando vai existir matéria-prima?

A criação A História das Coisas esclarece bem a situação, é feita numa linguagem simples, tem aproximadamente 20 minutos, com áudio em inglês e legendado em português.

Profissões do futuro!


Profissões do futuro estão nas áreas de tecnologia, meio ambiente e saúde. Trabalhar com meio ambiente pode ser uma aposta promissora. Tecnologia evoluiu junto com a forma de se comunicar e abriu novo mercado.

Ao mesmo tempo em que o desemprego atinge 15% da população nas principais capitais brasileiras, surgem novos negócios e também novas profissões. Há cinco anos, por exemplo, nem existia a palavra “blogueiro“; hoje tem muita gente ganhando dinheiro com blogs na Internet – ou seja, surgiram novos profissionais.

“O tipo de tecnologia evoluiu junto com a forma de se comunicar, então a nova tecnologia realmente abre um novo mercado de trabalho – e, portanto, novas oportunidades de trabalho”, explica o economista Gilson Schwartz, diretor da Cidade do Conhecimento. Até mesmo o moderno ramo da tecnologia da informação (TI) já evoluiu para o termo TIC – Tecnologia da Informação e da Comunicação.
Dentro do grupo de novas profissões estão os coordenadores de projetos, gerentes de terceirização, programadores visuais multimídia, engenheiros de rede e administradores de comunidades virtuais.

Henrique Leitão, de Fortaleza, foi rápido para conseguir colocação na área de TIC. Ele desenvolve programas de segurança para proteger arquivos e dados de ataques de vírus. Só no Ceará, especialistas do setor prevêem a criação de mil novas vagas nesta área em 2008.

Henrique dá a dica para quem quer aproveitar essas oportunidades: “Você têm que conhecer os processos de cada empresa para poder desenvolver o software de acordo com os requisitos solicitados por ela”.

Trabalhar com meio ambiente também pode ser uma aposta promissora, ainda mais em regiões próximas de reservas naturais. Em Manaus, na Amazônia, a preocupação ambiental das empresas tem valorizado o trabalho de profissionais de diversas áreas que estão aptos a trabalhar com isso.

Numa fábrica de motocicletas da cidade, por exemplo, parte da água utilizada é reaproveitada na própria empresa. “O profissional com formação em meio ambiente hoje é mais valorizado do que antes. Na nossa empresa, aproveitamos diversas pessoas com experiência fabril que tiveram treinamento específico em gestão ambiental“, diz o diretor institucional da empresa, Paulo Takeuchi.

Segundo os especialistas, na área da saúde nós também vamos consumir e procurar serviços como nunca se viu na história da humanidade. E não é só o médico que terá mercado: “Muitas técnicos de nível médio vão poder atender a demanda por massagem, terapia, biodança – enfim, mil formas de a gente se cuidar melhor”, afirma Gilson Schwartz.

Confira as dicas para quem se formou num curso mais tradicional:

Atualize-se sempre, e faça cursos de especialização: como as tecnologias estão mudando rápido, o que você aprendeu há dois ou três anos pode estar diferente hoje.

Não fique preso apenas na sua área: leia, informe-se e estude sobre a maior quantidade de assuntos possível.

Não fique esperando que o mercado ofereça novas oportunidades que correspondam ao seu perfil: hoje, é o trabalhador que deve se adaptar com rapidez ao mercado de trabalho.

Matéria retirada do site ZAP (G1)