Se desejamos algo de bom para nós, pratique primeiro desejando melhor para alguém. A recompensa vem dobrada! Quer investimento melhor que esse? Piada infame à parte, é assim que se começa uma relação ganha-ganha, com sua família, seus colegas de trabalhos ou mesmo clientes. Queira o sucesso dos outros para assim conquistar também o seu!
Por isso escolhi “Desejo”, poema de Victor Hugo, (1802 — 1885), escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables , por exemplo.
Aproveite o vídeo, “E se tudo isso acontecer, Não tenho mais nada a lhe desejar”…
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Eram dois vizinhos…
O primeiro vizinho comprou um gatinho para os filhos.
Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O doido comprou um pastor alemão.
Papo de vizinho:
- Mas ele vai comer o meu gatinho.
- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Não tem problema nenhum.
E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o gato no quintal do cachorro e vice-versa.
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O mito do rei Midas tem como mote a ambição por matéria, porém sua atemporal simbologia resulta em ferramenta para a compreensão da vida em grupo, suas afecções e detalhes que dão liga ou desconectam os humanos à sua natureza social.
Rei Midas é um personagem da Mitologia Grega Clássica. Midas, segundo o mito, desejava adquirir o dom da riqueza infinita. A história, apesar da sua aparente simplicidade, é uma reflexão sobre a tão humana avareza e seus controversos desdobramentos.
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Neste Dia das Mães, estarei longe da minha, assim como muitos outros. O texto que se segue tem valor especial e creio que identifique a história de vida de muitos leitores.
Mãe, mães, essas palavras são para vocês!
Por Daniel C. Luz
“Deus não pode estar em todos os lugares, por isso criou as mães.” Roberto Duallibi (Autor de Phrase Book)
Conta a história que, um dia, uma mulher foi ter com um velho sábio. Em seus olhos brilhantes de lágrimas, pôde o ancião vislumbrar a tristeza. E nos seus lábios sorridentes, descobriu a felicidade.
Disse-lhe a mulher:
- Senhor, hoje, o meu filho se casou e, partiu. Venho buscar na vossa sabedoria e consolo para a minha tristeza.
Perguntou o sábio:
- Estarás, acaso, realmente triste? O sorriso em teus lábios nega o pranto dos teus olhos. E assim como a chuva é o oposto do sol, e juntos, criaram o arco-íris, a tristeza e a felicidade que se juntam em teu coração fazem brilhar o teu rosto. E isso acontece porque sabes que, em verdade, o teu filho não partiu. Pois um homem sempre estará onde estiverem as suas lembranças. E que lembranças mais fortes podem existir que a de uma mãe extremada? Para onde voltará ele os seus pensamentos, quando em busca de consolo, se não para a lembrança de teus braços? Entretanto, não podes deter a marcha do tempo: como não te é possível encarar o vento. Por isso, o teu filho deve seguir. Pois, se não o fizer, como poderá ele conhecer outra mulher e torná-la, também, mãe? Como poderia o amor sobreviver, se estivesse encerrado apenas em duas pessoas?
Disse então a mulher:
- Senhor, agradeço a vossa bondade e a sabedoria das vossas palavras. Mas eis que o meu coração se debate entre a alegria de ver meu filho preparado para a vida, e a tristeza de vê-lo partir. E como pode alguém encontrar na alegria a razão da própria tristeza? Serei acaso, louca?
Sorriu o sábio e disse:
- Não. És mãe.
“É uma regra geral que todos os homens superiores herdam os elementos da superioridade de suas mães.” – Jules Michelet (1798-1874), Historiadora francesa
Texto adaptado do livro Insight II.