O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) abriu as inscrições do concurso que visa preencher 350 oportunidades de nível superior em todo o país.
As vagas estão distribuídas entre os cargos de análise agrícola (4), análise de sistemas/diversas especialidades (65), análise socioeconômica (26), arquivologia (1), assuntos educacionais (2), auditor (2), biblioteconomia (4), ciências contábeis (16), engenharia/diversas áreas (18), estatística (22), geografia (8), geologia (2), geoprocessamento (32), gestão e infraestrutura (61), gestão em pesquisa (43), história (2), jornalismo (4), letras (4), pedagogia (4), planejamento, orçamento e finanças (16), produção gráfica (2), programação visual (2), recursos humanos (6) e recursos materiais e logística (4).
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Fique de olho! Os Correios vão contratar cerca de 9.500 profissionais!
O edital, em fase de aprovação, prevê cerca de 500 vagas para analista de Correios (cargo que exige curso superior completo) e 9.000 para carteiros, para quem tem ensino médio completo. Serão oferecidos cerca de cinco postos para técnicos.
Aqueles para curso superior contemplam profissionais das áreas de medicina, arquitetura, economia, administração, contabilidade, jornalismo e engenharia, entre outras.
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Ninguém torce mais pelo nosso sucesso que nossos pais, ainda mais quando se trata da busca pelo primeiro emprego!
É um ritual único, praticamente a passagem definitiva para a vida adulta de alguém, afinal ingressar no mercado de trabalho é uma das etapas mais significantes de nossas vidas.
Muitas vezes os pais estão envolvidos neste momento, seja como conselheiro, agente, “chefe”, indicador, facilitador ou… torcedor.
Este papel é fundamental, pois transmite segurança ao candidato iniciante. Mas deve respeitar certos limites. Eu diria que o principal deles deveria ser a porta do empregador (seu pai/mãe der uma carona até o local da entrevista).
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ATENÇÃO: As oportunidades e vagas aqui apresentadas são de inteira responsabilidade do anunciante. Todo e qualquer contato a respeito deve ser feito pelo e-mail indicado na vaga. O Almanaque do Bem ou seus editores não se responsabilizam por mais informações além das disponibilizadas nesta postagem, assim como a atualização da oportunidade oferecida. Também não cobramos nada dos titulares das vagas em questão, nem dos leitores. Este é apenas um serviço de divulgação de vagas recebidas por e-mail ou indicadas por quem mais desejar.
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O texto de hoje trás uma boa dica para quem está procurando emprego: o peso da sinceridade durante uma entrevista de emprego.
Adaptado de Max Gehringer
Muitas pessoas se queixam por não serem escolhidas em processos de seleção que participaram com boas chances, apesar de serem sinceras em suas respostas. Um caso típico são as explicações dadas a um entrevistador por candidatos que perderam o emprego anterior por que foram vítimas de um chefe mal intencionado ou da puxada de tapete de algum colega pernicioso. Nas entrevistas, estes candidatos relatam detalhadamente como foram prejudicados, mas por fim, não conseguem a vaga.
Entrevistadores preferem uma mentira bem contada ou uma verdade esclarecedora? A questão está na definição de “verdade”. Existem verdades factuais e existem afirmações que podem ser verdadeiras, mas que expressam opiniões pessoais.
Tomando como exemplo uma partida de futebol, o resultado numérico dela é uma verdade factual. Já a afirmação de que o time perdeu por que o juiz roubou, é um ponto de vista pessoal e discutível.
Numa entrevista, o que candidato relata ao entrevistador não é a verdade factual, é a sua versão da verdade. O responsável pela demissão certamente iria dar uma versão diferente e aí, caberia ao entrevistador, ouvir as duas verdades – a do demitido e a do chefe – e julgar quem tem razão. Isso transformaria o entrevistador numa espécie de juiz e esse não é o papel dele.
Por fim, o entrevistador tomará a decisão mais simples, ou seja, a de contratar um candidato cuja história não irá exigir todo este trabalho de detetive em busca da verdade.
A sugestão é evitar contar casos que possam ter interpretações contraditórias. É melhor o candidato dizer que houve uma reestruturação no setor em que trabalhava, o que sempre é verdade no caso de uma demissão.
Texto adaptado de Max Gehringer, exibido pela CBN em 18 de março de 2008.
Ouça aqui: