Como ajudar as vítimas e desabrigados pelas chuvas em Santa Catarina

novembro 27, 2008 por Fabio Camatari  
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Pessoal, um minuto de sua atenção!

Recebemos de um “perceiro do bem”, Incrível Brogui, um pedido para replicar as informações de ajuda aos desabrigados e vítimas do clima em Santa Catarina. Ainda não havia conseguido todas as informações repassadas e aqui vão elas.

A Defesa Civil catarinense abriu duas contas bancárias para receber doações em dinheiro para ajudar as pessoas atingidas pelos desastres naturais.
Os interessados em contribuir podem depositar qualquer quantia nas contas:
Caixa Econômica Federal - Agência 1277, operação 006, conta 80.000-8
Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7
Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0. O
BRADESCO S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1 nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57

Doações de alimentos, remédios, roupas, colchões, e, principalmente, água potável também são necessárias. Doadores de outros estados devem contatar a Defesa civil de seu estado para saber como ajudar.
Onde doar em SC:

- Rede BIG de Balneário Camboriú, Florianópolis e Joinville e o Nacional Florianópolis: recebe roupas, cobertores, água potável, alimentos não-perecíveis, colchões e móveis

- Rede Mastervale (26 municípios)
: recolhe agasalhos e roupas de cama que serão repassados para a Defesa Civil de Rio do Sul

- Força Sindical de Santa Catarina:
recebe donativos como colchões, calçados, alimentos não-perecíveis e fraldas. Rua José Siqueira, 90, Bairro Ressacada, em Itajaí. Contatos (47) 9927-5112 e (48) 9981-4522

- Mesa Brasil Sesc: aceita doação de alimentos não-perecíveis, produtos de higiene e limpeza e roupas. Informações pelo 0800 643 4363 (Mesa Brasil) ou no www.sesc-sc.com.br.

- Senac Santa Catarina: arrecada alimentos e cobertores. As doações podem ser feitas em qualquer unidade do Senac no Estado até sexta-feira. Informações (48) 3357-4197.

- Sine: os postos estão abertos para servir de abrigos ou centrais de atendimento aos desabrigados, e para doações de alimentos, cobertores e colchões. Informações no telefone (48) 3229-3600.

- Assembléia Legislativa:
Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310, em Florianópolis. Telefone (48) 3221.2500.

- Procon: Rua Deodoro, 209. Informações no (48) 3251-4400

- Secretaria do Estado da Saúde: roupas, alimentos não-perecíveis, artigos de cama, mesa e banho.
Rua Esteves Júnior, 160, no Centro.

- Universidade Federal de Santa de Catarina (Ufsc):
recebe lençóis, cestas básicas, roupas, cobertores, colchões, toalhas de banho, travesseiros…

Pela internet, ainda temos as iniciativas do Uhull (fotos), Lista Enchente (localizar pessoas), Allesblau (notícias de Blumenau e região) e no Orkut (Itajaí)

Sabe Porque Usamos A Aliança No 4º Dedo da Mão?

novembro 10, 2008 por Fabio Camatari  
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Os Chineses têm uma explicação muito bonita e inteligente para isso: usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando ligada pelo quarto dedo.

Assim é a união do casal.

Tente fazer o que é mostrado. Cada dedo da mão representa um membro da família:
Polegar - representa os pais
Indicador - representa os irmãos
Médio - representa você
Anular - representa o companheiro
Mínimo - representa os filhos

O polegar pode ser separado, pois você ao casar-se separa-se dos pais.
Os irmãos e os filhos um dia também vão se separar de você, pois casarão e terão suas próprias famílias. Assim o indicador e o dedo mínimo também podem se separar.

No entanto, o quarto dedo, ou seja o anelar, onde está a aliança de casamento, não se separa, simbolizando a união indissolúvel do casal.

A História das Comunicações

outubro 22, 2008 por Fabio Camatari  
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Veja um ótimo e criativo vídeo que ilustra a História das Comunicações, de forma simples e objetiva.


A breif History of communication from ljudbilden on Vimeo.

E passo a passo, confira a linha cronólogica da história da comunicação.

1. Só no papo

A fala surge quando gestos, expressões faciais e o uga-uga da Pré-História não são mais suficientes

2. A mensagem eternizada

A escrita libera o cérebro da tarefa de memorizar. Com ela, o saber pode ser acumulado fora do corpo e é possível deixar registros que serão vistos mesmo depois da morte. A palavra escrita torna-se sagrada e os livros, pilares das religiões

3500 a.C. - Os egípcios criam os hieróglifos

4000 a.C. - Já havia serviço de correio entre chineses

8000 a.C. - As primeiras inscrições em carvernas são dessa data

3. Reprodução em série

A prensa, inventada por Gutenberg em 1452, permitiu a reprodução fiel e a difusão de uma mesma mensagem. Os acontecimentos circulam com rapidez. Notícias ganham alcance continental, de forma periódica. Instala-se a idéia da liberdade de imprensa: é preciso dizer tudo

305 d.C. - Primeiras prensas de madeira inventadas na China

1450 - Jornais aparecem na Europa

1650 - Primeiro jornal diário aparece na Alemanha

4. A mensagem sem fronteiras

O ar é um suporte mais dinâmico e democrático do que as folhas de papel. Com os veículos “de massa”, é possível atingir uma multidão de anônimos. As ondas do rádio encurtam distâncias. O telégrafo e o telefone possibilitam a comunicação instantânea - com a interação quase imediata de emissor e receptor - e, por isso, funcionam quase como extensões do corpo

1835 - O telégrafo elétrico é inventado por Samuel Morse

1876 - Alexander Graham Bell patenteia o telefone elétrico

1887 - Emile Berliner inventa o gramofone

1894 - O italiano Marconi inventa o rádio. Trinta anos depois, o veículo está no auge da sua popularidade

1899 - Primeira gravação magnética, ponto de partida de fitas cassete

1948 - Inventado o LP de vinil de 33 rotações

5. A ilusão do mundo real

A comunicação audiovisual poupa-nos o esforço da imaginação. Da urgência de captar o movimento de uma sociedade industrializada, surge a fotografia. Logo o cinema cria a ilusão do movimento real. A TV traz o mundo para dentro da sala - e, com ele, as mensagens publicitárias. Há uma nova maneira de perceber o planeta: é o começo da globalização

1827 - Joseph Nicéphore Niépce faz a primeira fotografia de que se tem notícia

1888 - Aparece a câmera fotográfica de filme de rolo

1895 - Os irmãos Lumière inventam o cinema na França

1910 - Thomas Edison faz a demonstração do primeiro filme sonoro

1923 - A televisão é inventada por Vladimir Kosma Zworykin

1927 - Primeira transmissão de televisão na Inglaterra

1934 - Inventado o videotape

6. Tudo ao mesmo tempo agora

O mundo virtual é um imenso arquivo de dados sempre disponível. Não há fronteiras: tudo está ligado em rede planetária. E um minúsculo aparelho é capaz de nos dar acesso a todo esse universo. Os impactos da internet mudam as relações de trabalho, o aprendizado e a vida social. É preciso rever alguns conceitos, como a liberdade de expressão

1971 - Surge o primeiro disquete de computador

1976 - Inventado o computador pessoal Apple I

1981 - Vendido o primeiro PC da IBM

1994 - Nasce a World Wide Web

Fonte: SuperInteressante

Melô do Congresso - agora na Hebe!

maio 21, 2008 por Fabio Camatari  
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Esta semana o Programa da Hebe trouxe Luciano Pires, que apresentou a Melô do Congresso. Fã de carteirinha, o Almanaque do Bem traz o vídeo e o comentário a respeito, pelo próprio autor.

orquestrado por Luciano Pires

Meu título de eleitor já tem 33 anos. E nesse tempo todo em que treinei minhas habilidades como eleitor, parece que o atributo que mais desenvolvi foi a desconfiança. Não sei como é com você, mas em ano eleitoral eu sinto uma espécie de angústia. Quero conhecer os candidatos, mas não sei direito onde procurar as informações. E quando as encontro, não sei se acredito. Todos parecem ter um passado a esconder ou um futuro a desconfiar. E quando encontro algum que julgo merecer meu voto, logo vem alguém dizendo que não é bem assim, que o primo da tia do vizinho da cunhada dele ouviu dizer que a pessoa tem rabo preso… Que dureza!

A única certeza que tenho é que urna não é lixeira. Voto não é brincadeira. O voto é a única arma para liquidar com os bandidos. E sabe o que mais? O bandido está lá, ocupando aquela cadeira porque nós a deixamos vaga. Não gostamos de política. Eles gostam…

Milhões de pessoas vendem seus votos, negociam sua vergonha. Outros milhões optam por desistir, por lavar as mãos, como Pilatos. Mas muitos milhões não aceitam ser reféns da negociata, da bandidagem, da enganação. Em qual milhão você se insere?

Pois bem… Apesar de minha angústia e incertezas, decidi fazer alguma coisa para evidenciar a importância das escolhas nas eleições. Em 2004 criei uma ferramenta para tratar desse assunto de forma irreverente e séria ao mesmo tempo: as melôs. Parodiando músicas conhecidas e sob forma de pequenos filmes protagonizados por bonecos de uma egüinha e três vaquinhas, que cantam e dançam de forma engraçada, as melôs foram feitas para serem distribuídas como um vírus pela internet.
Os bonecos são manipulados por profissionais bonequeiros da companhia Trucks. São fascinantes. Você pode até não gostar, mas sua filha gosta…

Muito bem. Tudo isso para apresentar o novo lançamento, a Melô do Congresso. Baseada na música Felicidade, de Lupiscínio Rodrigues, com letra de Junior Poli, Labi Mendonça e eu mesmo e arranjos e interpretação de Sérgio Sá, a Melô do Congresso vai direto ao ponto:

MELÔ DO CONGRESSO

Honestidade foi-se embora / E a vergonha no Congresso já não mora /
Esperança no Brasil, só piora / Porque sei que a falsidade lá vigora

O deputado já começa aproveitando / Mete a mão, vai desviando
E não pára de roubar / E o dinheiro do hospital / Vai pra boiada, / Pra amante e o novo carro / Que o Juninho vai comprar

Moralidade foi-se embora / E a maldade no Congresso é lá que mora /
E é por isso que o nosso só se explora / Porque sei que a pilantragem lá vigora

O deputado fala errado / Ri à toa, se fingindo de inocente / E começa a enrolar / E o coitado que votou nessa pessoa / Lembra o voto, que vergonha / Quatro anos pra aturar

Seriedade, foi-se embora / O picareta virou dono, e nos devora / E o povo inteiro já percebe, a ilusão / De que a política em Brasília / É enganação

Daqui a pouco é eleição e lá vêm eles, / Com sorriso, abraço e beijo / Pro meu voto conquistar / E eu mando à merda, não sou burro nem palerma /
Ninguém mais me passa a perna / Eu vou botar pra quebrar

Renovação vamos embora / Que a limpeza do Congresso, não demora
Não sou trouxa, tô cansado / Vou à forra / Porque sei que a falsidade não vigora

O vídeo já está disponível em meu site ou no YouTube, em http://br.youtube.com/watch?v=hfGo5GecgeY .

E você pode fazer o download do vídeo pelo link:

http://www.lucianopires.com.br/video/MeloDoCongresso.wmv

Ajude a distribuir essa mensagem. Mande o link para seus amigos e inimigos, para o padre, o delegado, o vereador, o deputado, o gerente do banco e a dona do bordel.

Esta brincadeira é muito séria.